O começo
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Nunca fui grande leitor, nunca me interessei por livros que não fossem de banda desenhada. Mas, sempre tive muita imaginação.
Quando tinha uns 11 anos, ofereceram-me uma colecção do Júlio Verne como prenda de Natal. Olhei para aquilo com entusiasmo zero. Supostamente era para me incentivar à leitura. Não resultou. Li a Volta ao Mundo em 80 Dias em esforço e só para dar uma oportunidade à leitura.
Curiosamente, já gostava de escrever e recordo-me de ter escrito alguns textos no tempo da escola que lamento não ter guardado para recordação. Um deles valeu-me a vergonha de o ter de ler a uma turma inteira, mas que teve risos divertidos e aplausos no fim.
Como estudante, vi-me na obrigação de ler uns quantos livros, uns que acabei por gostar, outros em suplício. Fosse como fosse, em momento algum ganhei o gosto pela leitura.
Aos 19 anos, não sei bem porquê, comecei a gostar de ler. Talvez não gostasse antes por não ter encontrado o meu género de leitura. Porém, não foi isso que me levou a começar a escrever livros aos 20 anos.
O que despoletou tudo foi ter feito um estudo para um jogo de xadrez baseado numa das obras mais emblemáticas da literatura portuguesa. Criei o enredo com base nela que originou as duas equipas de peças de xadrez. Ficou tão bem feito (a opinião não é minha, foi o que me disseram) que a questão se levantou: Porque não escreves livros?
A ideia ficou e dei origem ao meu primeiro esboço de um livro, 170 páginas A4 daquilo que viria a dar origem a um dos meus maiores projectos (falo de dimensão), OS CORVOS DE SÃO JORGE.
O primeiro livro que escrevi foi AMOR, GLÓRIA E... MUITA AREIA. E sobre ele escreverei outro texto.
Assim, aqui está o que me levou à escrita.
Quando tinha uns 11 anos, ofereceram-me uma colecção do Júlio Verne como prenda de Natal. Olhei para aquilo com entusiasmo zero. Supostamente era para me incentivar à leitura. Não resultou. Li a Volta ao Mundo em 80 Dias em esforço e só para dar uma oportunidade à leitura.
Curiosamente, já gostava de escrever e recordo-me de ter escrito alguns textos no tempo da escola que lamento não ter guardado para recordação. Um deles valeu-me a vergonha de o ter de ler a uma turma inteira, mas que teve risos divertidos e aplausos no fim.
Como estudante, vi-me na obrigação de ler uns quantos livros, uns que acabei por gostar, outros em suplício. Fosse como fosse, em momento algum ganhei o gosto pela leitura.
Aos 19 anos, não sei bem porquê, comecei a gostar de ler. Talvez não gostasse antes por não ter encontrado o meu género de leitura. Porém, não foi isso que me levou a começar a escrever livros aos 20 anos.
O que despoletou tudo foi ter feito um estudo para um jogo de xadrez baseado numa das obras mais emblemáticas da literatura portuguesa. Criei o enredo com base nela que originou as duas equipas de peças de xadrez. Ficou tão bem feito (a opinião não é minha, foi o que me disseram) que a questão se levantou: Porque não escreves livros?
A ideia ficou e dei origem ao meu primeiro esboço de um livro, 170 páginas A4 daquilo que viria a dar origem a um dos meus maiores projectos (falo de dimensão), OS CORVOS DE SÃO JORGE.
O primeiro livro que escrevi foi AMOR, GLÓRIA E... MUITA AREIA. E sobre ele escreverei outro texto.
Assim, aqui está o que me levou à escrita.